„Sinceramente“, „infelizmente“, „nunca“…

11 de Julho de 2018 | Entrevista de trabalho |

Aquando de uma entrevista de emprego deveríamos de escolher com prudência as nossas próprias palavras. Isto também é válido em muitas outras situações em que a comunicação esteja envolvida.

No caso de uma candidatura, então, basicamente, cada termo é importante. É sobretudo recomendável não fazer uso de determinadas expressões. O candidato deveria de ser capaz de responder de modo claro e competente às questões usuais. Cada palavra tem o seu significado, e cada expressão em particular é percebida pelo responsável dos recursos humanos de um modo mais positivo ou mais negativo.

No seguimento de um estudo efetuado nos EUA em 2015 temos que concluir que os responsáveis pelos recursos humanos sentem desconfiança relativamente aos candidatos que utilizem a palavra “absolutamente” (ou então palavras semelhantes, como „completamente”, „sempre”, „incontestavelmente”, „nunca”, etc.). Mas estas não são as únicas palavras a que deveria de renunciar durante a entrevista de emprego.

De modo a realizar este inquérito, os serviços administrativos da empresa „Leadership IQ” solicitaram a 1427 pessoas que respondessem a quinze perguntas abertas, como se estivessem a se candidatar a um emprego. Ao todo, foram analisadas 20.572 respostas. As respostas dos candidatos que foram considerados „menos bons” continham 40% mais advérbios do que as respostas dos „melhores candidatos”.

“Os advérbios – essa foi a avaliação encontrada – serviriam para o „embelezamento” das respostas, e expressavam uma sensação de insegurança ou de falta de experiência („sinceramente”, „brevemente”, etc.). ”

Além disso, deveríamos de evitar palavras que descrevem factos negativos ou experiências negativas (como eventualmente „medo”, „raiva”, „infeliz”, etc.).

O mesmo é válido para formulações como „não consegui”, „não podemos”, etc. Segundo os dados das investigações, a utilização excessiva de expressões negativas revela „tensão, pouca inteligência emocional e pessimismo”.

Vale a pena refletir acerca dos exemplos acima referidos. No entanto, os conselhos não deverão de ser tomados muito à letra. Sobretudo, durante a entrevista não deveríamos procurar avaliar demasiado as nossas expressões, pois isso poderia influenciar negativamente a nossa capacidade de concentração. No entanto, é conveniente nos perguntar a nós próprios se temos uma mania verbal que influencie de um modo não desejado o nosso discurso.

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