Fotografia no currículo, sim ou não?

8 de Maio de 2018 | CV | Christopher Arimont

Se sim, em que formato?

No processo de candidatura o currículo representa, nitidamente, o cartão de identidade.

Semelhante a um bilhete de identidade contém todas as informações importantes e relevantes. Naturalmente que também tem a fotografia. Enquanto que nalguns países isso é mais incomum, por disposições legais com o objetivo de minimizar a descriminação, em muitos países europeus é generalizado adicionar um retrato pessoal. Exceções são a Irlanda, a Grã-Bretanha, os Países Baixos e a Suécia.

Uma vez que tenha decidido adicionar uma fotografia, permanecerá em aberto a questão “como?”. Depende muito da oferta de emprego. Para um emprego na área financeira, a apresentação é diferente da apresentação para um emprego na área da educação infantil. Uma outra diferença reside também na posição que pretende alcançar.

Tudo isto terá influência na seleção da roupa a vestir, assim como do fundo a escolher.

Mesmo que o foco da fotografia seja o rosto, a roupa permanecerá visível. O corte de cabelo e o penteado devem estar cuidados. Maquilhagem e joalharia deverão ser discretos e o fundo não deve perturbar a imagem geral.

Um sorriso é, de qualquer das formas, desejável, mas deverá ser natural, algo que é sempre muito bem visto.

O sorriso e a postura ajudam na transmissão de autoconfiança e disponibilidade. De modo ideal, as fotografias devem ser feitas por um profissional ou no mínimo com uma boa câmara.

Fotografias desfocadas ou feitas com o telemóvel não transmitem profissionalismo. Por último, deve sempre utilizar fotografias recentes para que a diferença não seja tão grande entre a fotografia e o real.

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