Cinco erros que o candidato deveria evitar…

10 de Julho de 2018 | Carreira & Procura de emprego |

... sempre que responde a uma oferta de emprego

Durante a procura de um emprego não nos podemos basear em nenhum tipo de ciência. De modo a aumentar a hipótese de obter uma resposta afirmativa, o candidato ou a candidata deveria evitar os erros que facilmente destroem as hipóteses de sucesso de um estreante. Existem algumas regras a que deveríamos necessariamente prestar atenção.

Se nos candidatarmos a um emprego, apesar de ele não corresponder ao nosso perfil, isso significará uma perda de tempo para todos os envolvidos. Nesse caso, a candidatura nem será tida em consideração. Mesmo se o candidato tiver um determinado diploma, mas se em termos profissionais ainda se encontrar no início da sua carreira, ele jamais obterá uma resposta positiva relativamente a um emprego que tem como condição prévia 10 anos ou mais de experiência.

Se não tiver em consideração todas as particularidades do anúncio de emprego que foi publicado, não será selecionado pelo responsável dos recursos humanos. Não nos serve de nada nos candidatarmos a um emprego que exija o domínio de uma língua estrangeira durante a rotina profissional se nós próprios não dominarmos essa língua. O mesmo é válido relativamente a um software que nunca utilizámos anteriormente. A determinado momento, as pessoas responsáveis pela seleção de pessoal irão testar as competências reais dos candidatos.

A carta de candidatura feita à medida é que pode ser a mola impulsionadora de uma candidatura, pois uma candidatura efetuada nesses moldes recebe um tipo de retorno bastante positivo.

O ideal é que saibamos avaliar exatamente o nosso próprio trajeto profissional. Qualquer experiência mencionada num currículo deveria de servir para demonstrar qual o percurso profissional que o candidato deseja seguir no futuro. Esta linha claramente visível - o fio condutor - permite verificar claramente a consistência geral do percurso profissional. A concretização deste pilar é seguramente muitas vezes difícil, já que as carreiras profissionais dos dias de hoje são sempre bastante atípicas. Daí ser vantajoso que se redija uma carta apresentação que seja consistente. Se assim for, o responsável pelos recursos humanos poderá ter uma ideia concreta do desejo do candidato ou da candidata.

Em vez de enviar a mesma carta de candidatura a várias empresas, o candidato ou a candidata deveria de se preocupar em mencionar de um modo detalhado e persuasivo quais são os motivos porque a empresa beneficiaria com a sua contratação. Uma carta de candidatura demasiado normal pode não ter uma ressonância positiva. A carta de candidatura feita à medida é que pode ser a mola impulsionadora de uma candidatura, pois uma candidatura efetuada nesses moldes recebe um tipo de retorno bastante positivo.

Sempre que o emprego anunciado não corresponder ao próprio perfil, o candidato então não deverá enviar nenhuma candidatura direcionada a uma outra vaga de emprego anunciada pela empresa em questão. O responsável pelos recursos humanos iria avaliar de modo negativo uma tal „candidatura em massa”. Deveríamos esperar a nossa oportunidade real, ou então enviar uma candidatura espontânea de modo a ficarmos a par da realidade do posto de trabalho a que ambicionamos. Essa seria a melhor das abordagens.

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